músicaApril 8, 2007 8:37 pm

Chico “Paratodos” só mesmo na música que este homenageia Tom Jobim, diziam alguns, enfurecidos com os valores cobrados. Lamúrias a parte, o show foi esplêndido, e uma sucinta homenagem ao Tom prestada (em Imagina).

Começo reverenciando o clima de ansiedade que inundava todo interior do teatro, havia gente de todo tipo e idade nesta segunda noite de espetáculo. Aquele tão usual tracejado do Pão de Açúcar já tão imaculado em diversas cenografias, dessa vez deu lugar a um belo contorno dos subúrbios do Rio, que ficavam suspensos sobre o palco. A iluminação foi magnífica.

E o Chico? O Chico, no centro do palco, ali a dez metros de mim, banquinho e violão, um acompanhamento musical invejável, timidez e resguarde de palco. Com aquela lábia de atiça moças e doutrinar malandros, conquistou todas as pessoas que lá estavam – exceto alguns birrentos que queriam ter ouvido um “eu amo a gauchada”, entre uma música e outra – seu carisma natural só se ampliava a cada música do antigo repertório, cantou canções como Mambembe e Eu te Amo e de outras menos conhecidas. E pra quem achava que não havia mais o que se cantar sobre o Rio, teve que se render ainda ao fantástico repertório do novo álbum Carioca. No bis – e houve dois – aproximou-se mais do público com sambas mais conhecidos, finalizando com João e Maria. Noite inesquecível, esta do dia 29 de março de 2007.

Eduardo Peruzzo, estudante de História, sobre a segunda apresentação de Chico Buarque na Capital

músicaMarch 30, 2007 4:46 pm

Pennywise@POA_₢TATU

Depois de assistir ao show dos californianos do Pennywise, nosso colaborador Gustavo Faraon, mais conhecido como Xinho, conta suas impressões:

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Faltou pouco para que o show da banda californiana de hardcore Pennywise, ocorrido na noite de terça-feira, no PepsiOnStage, reunisse todos os quesitos necessários para o constrangimento máximo. Teve som ruim, mau desempenho da banda, gritos de “fuck off Bush” puxados pelo vocalista e até cover de Blitzkrieg Bop, dos Ramones. Só um eventual coro de “ah, eu sou gaúcho” seria capaz de piorar a noite.

O quarteto norte-americano subiu ao palco às 22h em ponto e foi saudada com entusiasmo pelos cerca de mil presentes, em sua maioria jovens entre 15 e 18 anos. Logo na primeira música, no entanto, o público se dividiu entre aqueles que pogavam em frenesi e os que se entreolhavam com cara de espanto. Isto porque, ao contrário da praxe musical, o som da banda principal estava muito pior do que a de abertura. E, justiça seja feita, desta vez não se podia culpar a arquitetura do local.

Vocal enterrado em baixo volume, guitarra com ganho exagerado e baixo “sujo” bem que poderiam ser encarados como características da banda. Mas não creio que resumir o som da bateria a estampidos provocados aleatoriamente no bumbo estivesse nos planos. As pedaladas graves encobriram caixa, tons e pratos durante toda a apresentação. As músicas só podiam ser reconhecidas pelo vocal, e muitas vezes apenas durante os refrões. Se a culpa parecia do pessoal da técnica, qualquer dúvida deixou de existir quando um convidado assumiu as baquetas por uma música e deixou claro que o vacilo era mesmo dos instrumentistas.

As tentativas do Pennywise de se comunicar com o público tampouco surtiram efeito. Nem mesmo os nomes das canções pedidas pelos fãs eram compreendidas pelos músicos. Talvez isso ajude a explicar o show de apenas uma hora de duração, trinta minutos a menos do que o estimado pela Opus, promotora do evento, e também a ausência de alguns dos maiores sucessos, como Peaceful Day e Alien.

Ainda assim, não faltou quem saísse empapado de suor e aparentando satisfação com a performance.

músicaMarch 29, 2007 10:24 am

(…) Chico consegue ser, ao mesmo tempo, o malandro e o romântico, o desamparado e o sedutor, o ícone e o cara que anda pelas ruas da zona sul carioca tomando água de coco.

Vestido de várias maneiras, o público aplaudiu vários Chicos: delicado, em Imagina e Eu te Amo, popular em Bye Bye Brasil e Morena de Angola, transcendente em Porque Era Ela, Porque Era Eu, sofisticado em As Vitrines e Morro Dois Irmãos.

Dizer público é um eufemismo. As mais de 1,7 mil pessoas que estavam no Sesi pareciam devotos saudosos da canção brasileira, aquele gênero quase em desuso em que música e letra se completam, em que vale a pena prestar a atenção nos versos. Para Chico Buarque, provavelmente o caso não é tão sério assim. Como ele comentou quando a turnê passou por Lisboa, depois de 40 anos ele finalmente começou a gostar de cantar no palco.

No final do show – que começou às 21h e 20min até as 23h –, Chico deu a prova definitiva de que qualidade pode andar de mãos dadas e passos certos com a popularidade. No bis, atendeu o saudosismo dos fãs pelos sambas arrasta-povo. Em uma de suas poucas frases durante o show provocou:

– Vamos ao samba?

Enfileirou Sem Compromisso, Deixa Menina, Quem te Viu, Quem te Vê e fechou a noite com a delicada João e Maria.

Renato Mendonça, em matéria publicada no jornal Zero Hora, sobre o primeiro dos cinco shows de Chico Buarque na Capital

músicaMarch 27, 2007 2:42 pm

Desta quarta-feira até domingo, o maravilhoso cantor e compositor Chico Buarque se apresenta no Teatro do Sesi para alguns privilegiados.

Se você é um deles e quiser dividir essa experiência com o PAlegre, nos conte (pode ser em duas linhas ou em dezenas delas) como foi assistir ao show Carioca de perto. Vamos adorar publicar relatos de pessoas de tamanho bom gosto. Obrigada.

músicaMarch 8, 2007 6:38 am

Um banner no site da Opinião Produtora confirma o que as rádios da rede RBS já anunciavam ontem: Guns n’ Roses irá tocar em Porto Alegre, no dia 15/05 - uma terça-feira - na primeira parada de sua turnê sul-americana. O show será no Gigantinho, e os ingressos de pista devem custar R$ 100.

Em se tratando de Axl Rose e companhia, eu só acredito na hora em que enxergá-lo entrando no palco. Ainda assim, deve ser uma ótima notícia para muita gente que, como eu, cresceu ouvindo a banda mas nunca teve a oportunidade de vê-los ao vivo. Eu preferia que o show fosse num estádio maior, como o Olímpico, e é verdade que Guns n’ Roses sem o Slash não é a mesma coisa. Mas podem ter certeza que, salvo algum desastre imprevisto, lá estarei.

Quanto a outros rumores que têm rondado a cidade, fontes fidedignas reafirmam a existência de tratativas para trazer Foo Fighters e Bob Dylan à capital gaúcha. E como sonhar não custa nada, lembro que o Arcade Fire prometeu que voltará ao Brasil na turnê do novo disco, Neon Bible. Não seria nada mal que incluíssem Porto Alegre em suas paradas.

música, showsFebruary 2, 2007 12:58 am

₢ Marcos Nagelstein

A primeira vez que ouvi falar em Matisyahu foi em 2005, depois de um show seu em Nova Iorque que rendeu uma enxurrada de resenhas positivas em lugares como Rolling Stone, NY Daily News, MTV e outros. Mesmo sendo um agnóstico com um certo pendor pelo ateísmo, e achando reggae um dos estilos mais propensos a criar música ruim, acabei vencido pela curiosidade e tratei de arranjar seu Live at Stubb’s.

Não precisei passar da segunda faixa, Chop ‘em Down, para reconhecer que aquela mistura de reggae, rap e música folclórica judaica era realmente excepcional. Mas também fiquei mal acostumado, porque Matisyahu parece ser daqueles artistas que só atinge toda sua força ao vivo.

Assim, foi com bastante empolgação que recebi a notícia de que o nova-iorquino iria tocar em Porto Alegre. Embora o preço (R$ 50) fosse bastante justo, não gostei da escolha do Pepsi On Stage como local para o show. Primeiro, pela qualidade do som que deixa bastante a desejar (justiça seja feita, com exceção de teatros, Porto Alegre não tem nenhum local para show que tenha um som aceitável). E segundo por achar que um lugar com espaço para 6 mil pessoas era um pouco grande demais para o evento.

Meus dois receios acabaram se confirmando: Matisyahu já não tem uma grande voz, e a equalização do som do local tornava impossível para quem não conhecesse as letras entender o que ele cantava. E o público estimado em 1,5 mil pessoas acabou sendo muito pouco para o local, provavelmente ajudando a esfriar um pouco a apresentação (além de deixar os cambistas absolutamente atolados em ingresso).

Afora estes detalhes inconvenientes, quem foi ao Pepsi On Stage foi brindado com um show excelente, mas que não chegou a ser tão bom quanto eu esperava.

Com a adição de um extraordinário percussionista e um tecladista, a banda está ainda mais coesa do que nas apresentações que já tinha ouvido pela rede. O repertório foi irretocável, especialmente as baladas, onde Matisyahu parece especialmente capaz de fazer transições de momentos mais calmos para a explosão em versos e batidas mais pesadas.

₢ Marcos Nagelstein

Outro detalhe interessante, e que achei bastante legal, foi ver a celebração de sua religião por parte da comunidade judaica porto-alegrense. Além do rabino Mendel Liberow, que assumiu o papel de guia do cantor na cidade, via-se bastante gente com quipás na cabeça, inclusive muitos jovens empunhando bandeiras de Israel e Jerusalém. É sempre bom ver este tipo de demonstração alegre de uma identidade.

O detalhe que faltou, no entanto, mesmo com esta demonstração de orgulho por parte da comunidade judaica da cidade, foi aquela ligação do artista com seu público que acaba fazendo um show deixar de ser bom e passar a ser fora de série.

Talvez pela barreira da língua, Matisyahu praticamente não se dirigiu à platéia. Parte do público também não cooperou, como um grupo de idiotas torcedores do Grêmio que ficou gritando canções de futebol enquanto o cantor fazia sua demonstração de beatboxing - na qual ele é muito bom, diga-se de passagem. E por fim, imagino que o palco alto, a distância da platéia e o pouco número de pessoas para um lugar tão grande, também tenham influenciado para a pouca interação da banda com a platéia.

Em certos momentos, como quando Matisyahu começou a dançar em uma mistura de dança tradicional judaica com os passos característicos do reggae, ou quando cantou o sucesso Youth, a platéia pareceu parar de se preocupar em tirar fotos e fazer filmagens em celulares e câmeras digitais, balançar suas bandeiras ou entoar gritos de futebol, e passou a interagir mais com o que acontecia sobre o palco. Mas, infelizmente, passava logo depois.

No fim, tratou-se de um show muito bom, de um cantor e uma banda muito acima da média que costumamos ver aqui em Porto Alegre. Inclusive, sei de quem acabou indo ao show de Erlend Øye e disse que provavelmente teria se divertido mais se tivesse ido ver Matisyahu. Mas já tendo ouvido outras apresentações do cantor em clubes menores em seu país natal, não pude deixar de pensar que se tivesse sido em outro local (como o Opinião), o show teria sido muito melhor.

Agradecimento especial ao fotógrafo Marcos Nagelstein, de Zero Hora, por ceder algumas fotos do show que não foram utilizadas pelo jornal. Para conferi-las em seu formato original, confira a nossa página no Flickr

músicaJanuary 29, 2007 11:08 pm

Estive viajando no fim de semana, então não pude avisar antes. Mas como bem lembrou o Gabriel nos comentários do post anterior, além de Matisyahu, nossa capital recebe outro inesperado show internacional nesta terça-feira: Erlend Øye, norueguês que integra o duo Kings of Convenience, o um pouco mais animado Whitest Boy Alive, além de ter um trabalho solo mais dançante e eletrônico.

Ninguém sabe ao certo que músicas ele tocará, nem com que tipo de arranjos. O local do show - Instituto Göethe, na 24 de Outubro - é bastante inusitado, e o preço de R$ 20 é muito em conta. Há poucos ingressos à venda (150, e o Gabriel disse ter comprado o 75), portanto quem quiser encarar essa rara oportunidade de ver um artista fora do “mainstream” tocando em Porto Alegre - o último caso parecido que me ocorre foi a passagem de Cat Power por aqui, em 2001 -, acho bom se mexer.

Confirmações
Outro show internacional confirmado para a cidade é do Evanescence. Além disso, segundo o blog do colunista Roger Lerina, no ClicRBS, os shows de Guns n’ Roses e Foo Fighters estariam confirmados para Porto Alegre, entre abril e maio.

Eu só acredito na hora em que anunciarem a venda dos ingressos, mas ele tem fontes razoavelmente confiáveis entre as produtoras da cidade, então quem quiser pode ficar empolgado. O que não empolga, no entanto, é a possibilidade de que o Gigantinho, com seu pouco espaço (especialmente para o show do Guns) e péssima acústica, fosse ser escolhido para os shows. E a julgar pelo recente show do Pearl Jam, os ingressos devem ser bem salgados.

Além das bandas, o colunista ainda repete o anúncio da volta de Bob Dylan à capital gaúcha, e diz que Seal também deve ter passagem pela cidade. Tudo isto entre abril e maio.

músicaJanuary 25, 2007 8:59 am

Ingressos à venda

Matisyahu, judeu hasídico e cantor de reggae, faz show em Porto Alegre no próximo dia 30, no Pepsi On Stage. Por mais inusitado que pareça, o nova-iorquino é realmente bom, especialmente ao vivo. E com o ingresso a R$ 50, é uma ótima oportunidade de prestigiar uma atração internacional em plena forma nos palcos da capital (só espero que tenham melhorado o som por lá).

O baladeiro Bryan Adams, presença confirmada na trilha de filmes românticos e novelas, também está com passagem marcada pela cidade, mas em show mais difícil de recomendar. A apresentação será no dia 3 de março, sábado, no Teatro do Sesi e com produção da Opus, o que todos devem saber o que significa: ingressos entre R$ 140 e R$ 300. Preço salgado para padrões porto-alegrenses, e ainda pior em se tratando de um cantor que não tem uma música de sucesso há uns bons 10 anos.

Promessas

Segundo informações do blog da rádio Atlântida, depois de Ben Harper e Matisyahu, outras grandes atrações internacionais têm Porto Alegre entre suas paradas sul-americanas. O mestre Bob Dylan, em turnê de lançamento do excelente Modern Times, está na lista, e deixo aqui meus votos de que o show seja novamente no Opinião, que apesar de um som de qualidade horrorosa, tem o tamanho adequado sem precisar cobrar fortunas pelo ingresso.

Os “loucos no coco” do Cypress Hill também são uma boa notícia, mesmo que já passados de seus melhores dias. Pet Shop Boys e The Police (sim, com Sting e Stewart Copeland), por sua vez, são os clássicos shows de bandas esquecidas ou revivals caça-níqueis que acabam aparecendo por aqui, mas devem atrair bastante gente, dependendo do preço do ingresso.

Agora, o nome que realmente chama atenção nesta lista é do Guns n’ Roses. Segundo o site, o show seria “antes de Chinese Democracy”, mas acho que isso foi só uma gracinha por parte do L. Potter, já que o próprio Axl Rose prometeu o lançamento do disco - que, por sinal, já levou a cancelamento de alguns shows nos EUA - para 3 6 de março. Me parece que se a intenção fosse fazer show por aqui antes desta data, não estaríamos tratando de rumores, mas sim de lista de espera para a compra de ingressos (como é o caso do show do Bryan Adams).

De toda forma, se isso realmente se confirmar, qualquer que seja a data, será certamente um show imperdível. Mesmo que se tratasse apenas de Axl querendo ganhar dinheiro às custas da antiga fama, a oportunidade de ver uma banda que foi tão grandiosa há tão pouco tempo já seria razão suficiente para comparecer. Mas por mais que ninguém acredite que Chinese Democracy será um dia lançado, trata-se de um Guns n’ Roses com músicas novas (algumas incrivelmente boas, como Better e The Blues) e que já deu várias provas de que não faz shows burocráticos. Onde quer que seja - e imagino que o Olímpico é a única opção -, lá estarei.

músicaJanuary 24, 2007 2:56 pm

Enquanto você lê esse post, algumas centenas (talvez já milhares) de ingressos para as apresentações de Chico Buarque em Porto Alegre já foram vendidas. Mas caso você queira assistir a uma das quatro apresentações do espetáculo Carioca, entre os dias 28 e 31 de março, no Teatro do Sesi, ainda está em tempo.

Começaram a ser vendidos hoje – e parece que a lista de espera já existia há dias – os ingressos para um dos shows mais aguardados de 2007 (o ano tá no começo, é verdade, mas Chico Buarque é sempre um dos shows mais aguardados, né?). Tá a fim? Então sai do computador e liga para a Telentrega Opus (51 - 3299-0800) ou vai até o Bourbon Country (Túlio de Rose, 200, 2º andar).

Os ingressos custam R$ 100 (mezanino), R$ 120 (platéia alta) e R$ 140 (platéia baixa). A telentrega funciona de segunda a sexta, das 9h às 19h. Os guichês no Bourbon ficam abertos de segunda a sábado, das 14h às 22h.

música, arte & eventosDecember 27, 2006 5:03 pm

Mas não custa lembrar: hoje tem show da Graforréia Xilarmônica, talvez a única banda gaúcha que realmente mereça o adjetivo de seminal. Devem estar ainda mais insuportáveis do que de costume, depois da vitória colorada no Mundial Interclubes.

A lambança será no Manara (Av. Goethe, 200 - Moinhos de Vento) - onde foi gravado o disco AO VIVO, que lá será lançado e vendido a R$ 10 ou coisa parecida -, às 23h. Ingressos, no local, a R$ 15. Apareçam.

músicaSeptember 11, 2006 3:27 pm

rosa tatooada

Sexo, drogas, róquenrôu, cabelos compridos, tatuagens, calças apertadas e casacos de pele. Hoje em dia, eles recebem a pecha de hair metal, mas entre o fim dos anos 80 e os anos 90 pré-Nirvana, tudo que a gurizada queria era tocar em uma banda de hard rock, ter longas madeixas e estar cercado de mulheres de cabelo oxigenado e peitos grandes.

E se há uma banda brasileira que mostrou que o sonho era possível, foi o Rosa Tattoada. Que atire a primeira pedra quem tinha mais de 10 anos em 1990 e nunca cantarolou “O Inferno Vai Ter Que Esperar”, que tocava direto em tudo quanto é rádio, pelo menos em Porto Alegre.

Para os que cresceram, mas não esquecem daqueles bons tempos que não voltam nunca mais, o projeto “Segunda Maluca”, do Bar Opinião (José do Patrocínio, 834 - Cidade Baixa), traz a banda para seu palco, em show de lançamento do novo disco, Rendez-Vous. Quem achar que está enferrujado, pode ir treinando o headbangin’ com os vários downloads disponíveis no site dos caras.

Além da clássica banda, que até abriu pro Guns n’ Roses em 1992, quem for ao Opinião hoje ainda verá um show de abertura da Baby Doll, grande representante do renascimento do glam na terra do heavy metal melódico. No site, músicas e clipes para você ir aprendendo as letras e não fazer feio na hora agá.

Tudo isso sai por R$ 15 (um preço baixo por tanta diversão, se alguém quiser minha opinião), com direito a dose dupla de ceva até a meia-noite e, segundo boatos a circular pela rede, com uma garrafa de Jack Daniels para a galera que chegar cedinho - tipo umas 22h. E para quem não puder comparecer, o PAlegre já garantiu a presença do inigualável Guima como correspondente e teremos um relato seu por aqui, assim que se recuperar do momento de êxtase.

músicaAugust 16, 2006 1:26 am

Depois de dois anos, o grupo americano de hip hop Black Eyed Peas volta ao Brasil. Com seis shows previstos em novembro, a turnê brasileira tem apenas São Paulo como cidade confirmada, mas fontes ligadas às produtoras de Porto Alegre já andaram dizendo por aí que os caras tocam na Capital no dia 9, no Gigantinho.

Entre os destaques do repertório que eles apresentam neste ano está uma versão para a brasileira Mas que Nada, de Jorge Ben Jor, que contou com arranjos do produtor musical brasileiro Sérgio Mendes.

Enquanto não vem a confirmação, fica a pergunta: será que Black Eyed Peas encheria o Gigantinho?

Atualização (17h45min): A Opinião Produtora confirma Black Eyed Peas, no dia 7 ou 8 de novembro, no Gigantinho. Agora é esperar para saber quanto vão custar os ingressos.

música, curiosidadeAugust 14, 2006 3:59 am

A propósito: chegou o “dia A”.

Se alguém ouvir e notar alguma grande diferença (ou não), comenta aí.

músicaAugust 11, 2006 1:49 pm

Depois que o Pearl Jam veio a Porto Alegre resgatar de maneira nostálgica a adolescência de 70% das pessoas que conheço, agora é o NOFX que veio fazer o mesmo com as 30% restantes, grupo dentro do qual me incluo. Dizem que o show acontecerá no depósito na frente do aeroporto, agora chamado Pepsi On Stage. A data, porém, segue incerta […]

O que o Xinho e outros tantos esperavam, se confirmou (na verdade, já estava confirmado no site da banda desde o fim do mês passado): o NOFX desembarca em Porto Alegre no começo de outubro. A agenda da banda diz que a apresentação é no dia 3, mas o site do Pepsi On Stage marca dia 2 (no dia 3, tem Ziggy Marley).

O que interessa é que o grupo californiano volta ao Brasil depois de quase 10 anos e que faz show na capital gaúcha. Depois da turnê brasileira, os músicos seguem para outros países da América do Sul, como Chile, Equador, Venezuela e Colômbia.

Show do NOFX, dia 2 de outubro
Pepsi On Stage - Av. Severo Dullius, 1.995 // Fone: 3371.1948
Ainda não há informações sobre ingressos

músicaJuly 28, 2006 3:30 am

Divulgação Talvez você nem saiba da existência deles, mas sua irmã mais nova certamente sabe (e talvez você terá de acompanhá-la neste superevento).

O RBD – banda mexicana formada por atores/cantores da novela Rebelde, exibida pelo SBT – divulgou os locais dos shows de sua turnê pelo Brasil. De 20 de setembro a 9 de outubro, 13 cidades brasileiras receberão Anahi, Maite, Dulce, Poncho, Christopher e Christian, entre elas Porto Alegre.

A maioria das apresentações do RBD devem ocorrer em estádios. Na Capital, o show será no Gigantinho. Na única vez em que eles estiveram no Brasil até agora, três pessoas (entre elas, duas adolescentes) morreram no estacionamento do shopping Fiesta, na zona sul de São Paulo, onde ocorreria um evento com o grupo.

Apesar das músicas de gosto duvidoso, o sexteto mexicano já vendeu mais de 1,3 milhão de CDs e DVDs no país.

Confira as datas e locais dos shows no Brasil:

* 20/09 - Manaus - Sambódromo
* 21/09 - Belém - Arena Yamada
* 22/09 - Fortaleza - Estádio Castelão
* 23/09 - Goiânia - Serra Dourada
* 24/09 - Brasília - Estádio Mané Garrincha
* 27/09 - Recife - Ilha do Retiro
* 29/09 - Belo Horizonte - Mineirão
* 30/09 - Salvador - Fonte Nova
* 03/10 - Porto Alegre - Gigantinho
* 01/10 - Vitória - Pça Do Papa
* 05/10 - Curitiba - Couto Pereira
* 07/10 - São Paulo - Morumbi
* 08/10 - Rio de Janeiro - Maracanã